Cardápio da quinta feira (para agradar a filha) ""PIROGUE""

Prato típico da culinária polonesa. Muito simples e fácil de fazer, vou colocar o PAP para quem se inspirar vamos lá:
batatas pequenas cozidas Eu usei 5 unidades

requeijão (se não tiver desse, colonial, pode usar o cremoso - fica até melhor) eu uso metade desse e metade do cremoso.

amasse a batatinha com o garfo e junte a ricota, sal e orégano a gosto, misture bem.

o recheio ficará assim

a massa usei 400gr de farinha de trigo, sal e um copo de agua quente, misture até ficar homogeneo. Abra a massa, coloque uma colher (sobremesa) de recheio e feche.

Ficarão neste formato de pastel. Reserve. Em uma panela grande leve agua para ferver.


Enquanto a agua ferve, prepare o molho, cebola picada, alho e tomate, refogue bem. (eu coloquei também umas folhinhas de manjericão.

coloque os pirogues para cozinhar (apenas 3 ou 4 cada vez) quando colocados na agua eles afundam e o ponto de retirar da agua é quando eles subirem (ficarem boiando). Aqui eles já cozidos, sem o molho pois gostamos de colocar o molho somente quando formos comer, é que  assim se sobrar a gente pode fritar ou aquece-los aí sim, com o molho.

Estão servidos???

Curiosidade, esse prato aprendi na minha infância, (uns 3 ou 4 anos atrás..kkkkk), com minha mãe  e fui fazer novamente, quando morei em um pensionato em Curitiba, uns anos depois. E como todo jovem, nós pegávamos os nossos ricos dinheirinhos (assim que recebíamos) e fazíamos a compra do mês, almoçávamos nos melhores restaurantes, comíamos do melhor, na primeira semana e depois comíamos o que tinha na despensa o resto do mês....rsrsrs Teve mês que tínhamos só pão com margarina.... no outro arroz e ovo...rsrs e num tínhamos exagerado na compra de batatas, por isso comemos batata dorê, batata sautè, pirogue....enfim todo dia tinha batata. Nesse período aprendi muito principalmente a ter equilibrio financeiro...rsrs. E que compras semanais são melhores que compras mensais O detalhe é que naquela época tinhamos muita pressa de viver cada dia como se fosse o último. E como eu sempre tive ótimas amigas, cujas mães imaginavam o que viviamos (digo imaginavam, porque elas sempre mandavam uma travessa com alguma comida, um pão ou um bolo caseiro) E nunca a gente reclamava! Só muito tempo depois é que fui contar a elas como era minha vida. A vida sempre é maravilhosa. Hoje sei que quem tem amigos tem a maior riqueza possivel. 
Hoje quando faço esse prato vale a pena pelo saudosismo e também pela carinha de satisfação de minha filha, chegou a ajoelhar (é sério aqui somos muito teatrais...kkkk) para agradecer aos céus por eu ter preparado um dos seus pratos preferidos, (e eu fiz o fundo musical ....aaaleluia! aleluia! aleluuuuia!). Durante o almoço perguntei:
- Será que não errei no sal??? acho que está um pouco salgado!!!
- Mãe não é muito salgado, está delicioso - um sonho!!!

Eu sei que esse carinho vale o trabalho, transforma a refeição numa suprema doação de amor e muito carinho.
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3 pessoas me fizeram feliz, falta só você:

Paula... publicou o comentário número:

Anotando a receita...bela história!
Me fez voltar no tempo e relembrar coisas preciosas...
Bjsssssssss

RENATA REIS publicou o comentário número:

oie, desculpa a demora em te responder, tartaruga da de 10 na minha internet!!!!!amei a receita, meu fliho tambem vai amar, beijocas, estarei sempre por aqui!!!!

por Ateliê Alternativo: Daisy publicou o comentário número:

Boa tarde Adelaide, vim retribuir a visita, muito obrigada, adorei seu blog, virei sempre, achei o máximo, você está de parabéns, tenha um final de semana iluminado beijos Daisy



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