Uma prova de Amor - filme

Na segunda feira acordei com um corpo estranho em meu olho, não conseguia ver o que era para retirar, nem com a ajuda do marido. E eu que sou uma manteiga derretida não conseguia chorar, passei o dia em repouso, seca, o olho fechado não doía, pensei nisso como uma pausa em minha rotina diária, que só retornou ao normal lá pelas 11h da manhã. Marido chegou na hora do almoço e questionou-me se havia chorado, como respondi não, ele fez uma carinha de safado e falou que se eu quisesse ele dava um "jeito" nisso rapidinho.....rsrs Falei que não seria preciso pois tinha feito reserva de um filme para assistir a noite, por isso minhas lágrimas tinham hora e lugar marcados para começar a rolar. O filme?
"Uma Prova de Amor"

Este filme estreou em: 11 de Setembro de 2009

A pequena Anna (Abigail Breslin) não é doente, mas bem que poderia estar. Por 13 anos, ela foi submetida a inúmeras consultas médicas, cirurgias e transfusões para que sua irmã mais velha, Kate (Sofia Vassilieva), pudesse, de alguma forma, lutar contra a leucemia que a atingiu ainda na infância. Anna foi concebida para que sua medula óssea prorrogasse os anos de vida de Kate, papel que ela nunca contestou. Até agora. Tal qual a maioria dos adolescentes, ela começa a questionar quem realmente é. Mas, ao contrário da maioria dos adolescentes, ela sempre teve sua vida definida de acordo com as necessidades da irmã. Então, Anna toma uma decisão que seria impensável para a maioria, uma atitude que abalará sua família e, talvez, tenha terríveis consequências para a irmã que ela tanto ama.

....chorei, chorei, mas chorei muito, e pensei também muito o filme nos traz a seguinte reflexão: "Até que ponto é saudável para uma mãe prolongar a vida de um filho? A qual "custo" é aceitável?" sei que se você não assistiu o filme não terá uma visão do clara do que eu estou falando. Mas eu somei esse filme a matéria do Fantástico, com o filme "O óleo de Lorenzo", e eu que sou adepta da homeopatia, da fitoterapia, acumpuntura e outros tratamentos alternativos parei e pensei justamente isso, até que ponto é correto PRORROGAR, ESTENDER, ESPICHAR a vida? Que tipo de vida? Que direito temos nós simples mortais de evitar a morte, única certeza da vida. Sim, se alguém da minha família está doente eu vou atrás de tratamentos e de socorro, me meto na vida de todos, pequiso, leio, incomodo, mas existe um custo que deve ser respeitado, não devo esquecer de viver, amar e deixar as pessoas que amo levarem suas vidas com prazer, e que cada um possa fazer uso de seu livre arbítrio. Nossos filhos devem ser respeitados, devemos zelar por sua integridade física, mesmo dos que estão saudáveis. Doar órgãos é um ato de amor que deve ser voluntário, não obrigatório.
 Ah! o meu olho está bem melhor, acho que o "corpo estranho" saiu com a abundância de lágrimas. Foi um santo remédio. Que todas as lágrimas do mundo sejam de espectadores da maravilhosa arte do cinematográfica, esse é o meu desejo para todos.
Muita luz e Paz!
Abraços







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13 pessoas me fizeram feliz, falta só você:

Neli Rodrigues publicou o comentário número:

Adelaide, vi este filme dia 1º de maio, mês que para mim é mto difícil, neste dia era niver de morte do Senna, meu gde ídolo, maio era mês de niver da minha irmã do meio, que já se foi, é níver de morte da minha mãe, que aliás exatamente hoje está fazendo 1 ano que ela partiu, e é mês das mães e eu já tenho mais a minha aqui...então, minha amiga eu chorei feito uma louca, de soluçar e saia tanta lágrima que eu não conseguia enxergar.
Gostei mto do jeito que a filha doente encarava a morte, de forma natural e sabendo que a vida continua. O que vc falou sobre a mãe apegada é realmente prá se pensar. Foi o que minha mãe passou c/ minha irmã do meio, era tanto sofrimento que chega num ponto que vc quer que a pessoa esteja num lugar melhor.
Ótima crítica a sua.
Bjs♥

Bia Jubiart publicou o comentário número:

Bom dia!

Fiquei curiosa sobre o filme, também sou uma manteiga derretida...

A gente pode de fora ter esses questionamentos, mas dentro do contexto a visão pode ser outra... As vezes praticar o desapego em certas situações é quase impassível.

Uma bela quarta p/ vc!

Beijoooooooooo

Nídia e Patrícia Martins publicou o comentário número:

Olá Amiga...

Eu vi este filme... e confesso : chorei muito ( sou emotiva demais...).
A história é triste, mas dá um lição de vida... família é tudo... nossa base.

Uma boa semana, flor.

beijos... Patrícia

Fernando Antonio Pereira publicou o comentário número:

Olá Adelaide! Saudações Literárias...
Passei por aqui e achei muito bem cuidado e interessante o seu espaço.
Parabéns!
Sempre que eu puder voltarei para ver as novidades.
♥ Abraços de Luz.

Josy publicou o comentário número:

Ai Adelaide, agora estou super curiosa pra assistir esse filme e dar minha opinião sobre ele. Vou ver se consigo achá-lo. Falando em filmes, estou super triste pois não consegui achar em lugar nenhum aquele filme que vc indicou, esqueci o nome agora, mas é aquele que vc postou aqui e que vc assistiu com sua filha, sobre uma adolescente que é brutalmente assassinada. To frustrada por não coseguir achá-lo...bjos adoro suas dicas de filmes

Cíntia publicou o comentário número:

Adelaide, eu assisti esse filme ano passado e choreiiiiiiiiiiiiiiiii, fiquei desidratada!Muito lindo e reflexivo,ótima dica amiga.Bjs

Kinha publicou o comentário número:

Nossa acho que vou me acabar de chorar quando assistir esse!

Bibia Bueno publicou o comentário número:

Amiga, não vou me alongar no assunto porque foi debate incendiado em um fórum onde participo. Acerca de uma situação real bastante incomum e desesperada, que mexeu com meus nervos e tirou o meu sono. Se quiser me passar o seu email eu te conto melhor. Esse filme foi citado e fiquei curiosa para ver e pensar um pouco mais no assunto. É algo que mexe muito com a gente que é mãe...

Nyelle Galdino publicou o comentário número:

Esse é um dos filmes mais incríveis que já vi.Não há quem não se coloque no lugar de uma mãe, no lugar de uma irmã, ou talvez no lugar de um doente que está prestes a morrer...
Vc para e pensa: o que eu faria se fosse comigo? como eu me sentiria? Será que eu gostaria de viver um pouco mais,mesmo assim doente?
chorei muito ao pensar que poderia ser comigo, e senti um grande sentimento de angustia de saber que muitos vivem exatamente desta maneira...

martinha publicou o comentário número:

Olá Adelaide tudo bem? Irei assistir o filme e depois te conto, mas pelo visto tb irei chorar, rss. beijo e té+

ϟ Cynthia Brito publicou o comentário número:

Oi Adelaide!
Sabe, este é um dos filmes mais emocionantes que só conheço por nome, mas nunca assisti, assim também como Cartas para Julieta, Um amor para recordar e Titanic (É, eu NUNCA assisti Titanic).

A história é linnnnnnnda. Estou me preparando para fixar os olhos na telinha e deixar o filme rolar!

Beijos.

Matt Nord publicou o comentário número:

Eu vi este filme há um tempo atrás. Foi muito triste, mas tão bom que eu não conseguia parar de vê-lo. Eu acho que eu chorei um pouco.

Mary publicou o comentário número:

Olá!hj descobri seu blog e amei seus textos/post,gosto muito de ler,ouvir "causos"e assistir filme, e este eu já vi lá no interior na casa dos meus pais,realmente é lindo e nos deixa uma Moral...ninguém pode decidir nada por nós,e o futuro a Deus pertence,quem me dera eu pudesse passar aqui todos os dias para ver seus posts,e por isto eu assinei o FEEDBURNER,para quando der eu ver o que nos escreveu,faço artesanatos,e te convido para passar em meu blog,beijos ,bom fim de semana,tchau!
Mary Santos
angelasamper_artes@hotmail.com



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