Mary et Max - Uma amizade Diferente

Este filme estreou em: 16 de Abril de 2010


Uma história tocante sobre duas pessoas muito diferentes: a menina australiana Mary Dinkle e o solitário nova-iorquino Max Horovitz. Separados por dois continentes, eles continuam se correspondendo por carta ao longo de 20 anos, compartilhando segredos, dúvidas, ansiedades e uma incrível visão do que ´o mundo ao seu redor. Baseado em uma história real.





Minha opinião: bem eu me reconheci em Max, sabe depois que precisei estudar sobre autismo e Síndrome de Asperger (e trabalhar com uma pessoa maravilhosa que me ensinou muito), descobri que na real todos nós sem exceção deveríamos ser diagnosticados com Síndrome de Asperger, alguns mais leve e outros em nível mais elevados. Max é  um homem de 44 anos, obeso e judeu que vive com Síndrome de Asperger no caos de Nova York. E Mary uma menina pobre, de 08 anos que vive entre o pai ausente, a mãe alcoolatra e a ausência total de amigos.  Então ela decide escrever para um nome escolhido aleatórimente na lista telefônica. E assim começa uma linda história de amizade virtual. Assim como a nossa. A única diferença é que aqui eu escrevo sem que a maioria tenha meu endereço real. Quanto as amigas da Dieta Coletiva...a parte que mais gostei é quando Max fala que acha que deveria existir uma "Fada da Gordura" que assim como a "Fada do Dente", viria a noite e sugava toda nossa gordura.
Amigo para mim é alguém com quem a gente pode contar, mesmo a distância. O simples fato de que talvez um dia, você venha aqui e deixe seu comentário, já me faz feliz. Comecei o blog assim escrevendo sem aspiração, apenas para deixar registrado meus pensamentos e as coisas que aprendi, algumas pelo amor e outras pela dor E quando comecei a ter os primeiros comentários foi uma sensação maravilhosa. Virtual ou não, tem alguém aí que está me ouvindo, digo lendo, e concordando ou não está dando seus pitacos. Obrigada pela sua atenção e presença! Essa interação é o que mostra no filme, e é maravilhosa.
Se tiver um tempinho assista, você entenderá. Se você não tem blog e só passa aqui e lê, veja e você entenderá o prazer de ter amigos virtuais ou nem tanto(sim pois alguns a gente conhece na vida real - né Samantha!).

Ps.1: Quem já assistiu e gostou foi a Paula, uma pessoa linda sensivel e muito amorosa do blog Cotidiano de uma amiga
Ps.2: Quem deu a primeira dica foi a Cintia, uma fofa que mora num oasis de flores lindas doBlog Coisinhas da Cíntia


Muita luz e paz
Abraços
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7 pessoas me fizeram feliz, falta só você:

Bia Jubiart publicou o comentário número:

Já louca p/ assistir o filme!!!

Adelaide, excelente texto. Gosto muito do seu jeito de escrever, como se estivesse do meu lado conversando e petiscando algo (depois pedimos para fada da gordura passar...) rs.

Amiga presente/virtual, pode sempre contar comigo!

Beijosssssssssssssss

Beatriz! publicou o comentário número:

Nunca assisti ao filme, mas me encantei. Vou procurá-lo aqui no interior e ver caso ache.
Bjs...e ótimo feriado.

Tatá publicou o comentário número:

Olá. Nunca vi esse filme, mas parece bem interessante. Histórias de amizade sempre me sensibilizam.

Bjinhos!

Nayara Borato publicou o comentário número:

Olá, desculpe invadir seu espaço assim sem avisar. Meu nome é Nayara e cheguei até vc através do Blog desinformação seletiva. Bom, tanta ousadia minha é para convidar vc pra seguir um blog do meu amigo Fabrício, que eu acho super interessante, a Narroterapia. Sabe como é, né? Quem escreve precisa de outro alguém do outro lado. Além disso, sinceramente gostei do seu comentário e do comentário de outras pessoas. A Narroterapia está se aprimorando, e com os comentários sinceros podemos nos nortear melhor. Divulgar não é tb nenhuma heresia, haja vista que no meio literário isso faz diferença na distribuição de um livro. Muitos autores divulgam seu trabalho até na televisão. Escrever é possível, divulgar é preciso! (rs) Dei uma linda no seu texto, vou continuar passando por aqui...rs





Narroterapia:

Uma terapia pra quem gosta de escrever. Assim é a narroterapia. São narrativas de fatos e sentimentos. Palavras sem nome, tímidas, nunca saíram de dentro, sempre morreram na garganta. Palavras com almas de puta que pelo menos enrubescem como as prostitutas de Doistoéviski, certamente um alívio para o pensamento, o mais arisco dos animais.



Espero que vc aceite meu convite e siga meu blog, será um prazer ver seu rosto ali.

http://narroterapia.blogspot.com/

Paula...(Cotidiano de uma Amig@) publicou o comentário número:

Oi lindona!

Mas que bela opinião! Estou querendo locar novamente, quero rever com calma e saborear ainda mais os pequenos detalhes. As meninas reclamavam que era chato, que pena, tão pequenas ainda não entendem o encanto de uma linda amizade.

Owwnnn...obrigada pelo 'pessoa linda', 'sensivel' e 'amorosa'...são os olhos da amizade sincera que mesmo virtualmente vêem com carinho!

Abraço grandão!

Cíntia publicou o comentário número:

Adelaide querida,adorei saber que vc assistiu e mais ainda que gostou!É tão bom a gente indicar e saber que alguém assistiu e gostou :)
Adorei seu comentário sobre o filme,aliás vc escreve muito bem!Beijossssssss

RENATA REIS publicou o comentário número:

passei pra lhe desejar um lindo final de semana, beijos!!



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