Além da Vida - Filme

Sinopse: O filme gira em torno de três pessoas que são afetadas pela morte de maneiras diferentes. George (Matt Damon) é um operário norte-americano que tem uma conexão especial com o além. Em outro ponto do planeta, a jornalista francesa Marie (Cécile De France) acaba de passar por uma experiência de quase-morte que muda sua visão diante da vida. E, quando Marcus (Frankie/ George McLaren), um garoto londrino, perde uma pessoa muito próxima, começa uma procura desesperada por respostas. Enquanto cada um segue o caminho em busca da verdade, suas vidas se cruzam e são transformadas para sempre pelo que eles acreditam que possa existir: a vida após a morte.
fonte: Aqui

Filme morno, mas que veio de encontro aos meus questionamentos, sou alguém que ama a privacidade, e que está aprendendo a dizer não. Por vezes já agradeci a Deus por não ser alguém que realmente veio com a missão de caridade sem limites. Outras vezes questionei o quanto Jesus, Madre Tereza, Gandhi, Mandela, Chico Xavier e outros  - não tiveram vida própria. 

Quando abrimos mão do nosso conforto, pelos filhos, por pai/mãe, irmãos ou trabalho - as vezes nos sentimos usados, reclamamos da ingratidão dos outros. Pense nestas pessoas, que não dedicaram hora alguma da sua existência para se divertir, ou ficar simplesmente só dedicado ao ócio. E que na maioria das vezes dedicaram horas de seu tempo a estranhos que sequer lhe foram gratos?

Enquanto alguns brincam dizendo que gostariam de ter o "dom" de saber o futuro (sempre pensando na ganância - para saber os números da Mega-sena) eu sempre agradeci por não te-lo (pensando em meu conforto físico e mental). 

No filme Matt Damon tem o dom, mas ao usá-lo não consegue administrar a vida particular, então para com tudo e recusa-se a usa-lo. Tem uma frase que ele usa que eu achei fantástica. "Existem alguns segredos que é melhor ninguém saber, somos felizes sem revelá-los". Ao terminar de assistir o filme fui deitar-me e como todas as noites, abri o evangelho para fazer uma curta leitura e dedicar uns segundinhos do meu tempo a minha religiosidade. Eis que caio nas paginas da Parábola da figueira seca - cujo meu entendimento é justamente sobre este meu pensamento disperso - todo homem/mulher voluntariamente inútil, terá o destino da figueira - secará.

Recomendo o filme para aqueles que tentam entender essa questão, de até que ponto devemos abrir mão de nossa vida para levar conforto ao próximo, ou para quem já fez alguma leitura sobre Experiência de Quase Morte (EQM). Os demais creio que não gostarão.
Aqui após 4 dias de sol, hoje amanheceu chovendo muito. Temos a bênção de morar num Estado brasileiro onde o sol de 23ºC é algo escaldante....rsrs Onde chuvas são corriqueiras e abençoadas. O vento gelado é rotineiro. Por isso após uma tarde de muito suor (ontem), hoje já colocaremos nossa jaqueta jeans, sapato fechado e guarda-chuva, para compor o visual....rsrs

Tenha uma ótima terça-feira.

Muita Luz e Paz
Abraços


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15 pessoas me fizeram feliz, falta só você:

Neli Rodrigues publicou o comentário número:

Já vi este filme e confesso que esperava mais. Houve um momento que eu até me perdi com relação à ligação dos 3 personagens principais. Mas vale assistir por provocar questionamentos.
Bjs♥

RENATA REIS publicou o comentário número:

Pensa no lado positivo, no frio a gente sempre anda mais elegante !!!Aqui ontem fez 33º na sombra,aqui é muito quente e 23º é motivo de por blusa de frio, muito calor, cai a pressão, ando desanimada, beijos, tenha um lindo dia!!!

Imac by Artes publicou o comentário número:

Já assisti esse filme.
Questiono-me sempre sobre os mistérios de pós vida...
Por aqui o tempo também está assim,
muito sol calor, chuva frio. Ninguem entende mais esse clima.
Abraços! Lindo dia pra ti.

ADAPTA - Arquitetura de Interiores & Adaptação de Ambientes publicou o comentário número:

Tenha um lindo dia!!!!
Sorteio no meu blog: 01 análise completa de feng shui, radiestesia e geobiologia!!!
Participem!!!!
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Marly publicou o comentário número:

Oi, Adelaide,

Eu assisti a este filme na época do lançamento e o achei perfeito!
Para mim ficou claro que Clint Eastwood (o diretor) quis mesmo deixar os questionamentos em aberto. Através deste filme somos mais uma vez lembrados não só da inevitabilidade da morte, mas também das situações de morte inesperada e repentina. E, de quebra, ele suscita também algumas reflexões, como os que você levantou.

Beijoca e boa tarde!

Josy publicou o comentário número:

Assisti esse filme Adelaide, gostei muito, principalmente do final, esperei muito por aquele final. Ah se não fosse o garoto hein! hehe..bjokas

Ia Maluf publicou o comentário número:

Fiquei com vontade de assistir. Nós nunca consideramos no outro lado das boas ações...

Obrigada pela dica!

Bjs
Ia

Paula...(Cotidiano de uma Amig@) publicou o comentário número:

Ainda nao assiti a esse filme...confesso que não gosto muito desse ator, não tenho nada contra ele...mas não gosto de como atua, então por isso nunca me interessei em ver, que coisa né?!

Amiga querida, grande abraço! Fique com DEUS

Meri Pellens publicou o comentário número:

Eu gostaria sinceramente de ser mais altruísta, pois de qualquer forma irá sempre existir dissabores, mas sendo altruísta ao menos não teremos a frustração de passarmos a vida inutilmente. Essa é sempre minha maior frustração.
Obrigada pela visita e palavras, viu?
Beijinho e muita paz para você e os seus queridos.

Cissa Branco publicou o comentário número:

Adelaide,

Quero assistir o filme agora, adoro esse tipo de trama que nos leva a reflexões e questionamentos. Concordo com vc, também penso no quão especial são essas pessoas que se doam plenamente, porém para mim não funcionaria.
Grandes beijos

Aaliyahrj publicou o comentário número:

Já assisti esse filme e gostei muito. Me interesso por tudo que diz respeito a espiritualidade.
Hj aqui no Rj fez um calor danado.
bjoks

Caroll publicou o comentário número:

Adelaide,
O filme parece ser bem interessante.
Me interesso por esse tipo de assunto e acredito também.
Abraços

patty publicou o comentário número:

Vou procurar, Adelaide.
É interessante esse questionamento. Acho que alguns nasceram para fazer mais, outros fazem a sua parte. E tem aqueles que não fazem nada:)
Bjs.



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