Meu dia de Bailarina...

Não, eu não dancei balé, apenas Lesionei-me tal qual uma bailarina. Na segunda-feira, caminhando de loja em loja pelo calçadão da Rua XV de novembro em Curitiba (cidade que ficou em terceiro lugar com as melhores calçadas do Brasil) eu pisei com a ponta do pé em uma depressão, a dor foi tão forte, que quase perdi os sentidos. Senti como se alguém tivesse pego meu pé e torcido. 

Como uma das minhas especialidades é cair, eu gritei (não sei o que, e nem lembro - mas não foi palavrão) e larguei o corpo todo no chão sem tentar resistir. Abracei a perna esquerda e por ali fiquei alguns minutos que para mim pareciam horas. 

Enquanto minha filha, que estava ao lado se partia de dar risada (eu entendo isso acontece comigo também) - ao se conter, ela perguntou se eu estava bem e como poderia ajudar, levantei sem por o pé no chão e me dirigi até um mesinha que pertence a uns barzinhos que atendem ali. Sentei-me e elevei a perna - chamei o garçom pedi uma agua mineral, respirei e fui tomando a agua aos poucos..... até que minha visão começou a voltar, a nuvem negra da dor sumia aos poucos - e segundo minha filha meus lábios voltaram a ter uma cor.

Quando olhei para o lugar exato onde cai, não podia acreditar, tão pequena era a depressão onde meus dedos ficaram presos causando-me tamanha dor. Recuperada tentei colocar o pé no chão e percebendo que a dor já não era tão forte, caminhei até um ponto de taxi, onde haviam 2 (dois) carros estacionados, mas os motoristas não estavam nem dentro, quem dirá por perto. Eu fui abordando todos na rua, para saber se alguem sabia dos taxistas até que surgiu um na rua eu me dirigi a ele e contratei uma corrida até a clinica de fraturas mais próxima, que estava fechada - fui a um outro hospital entrei mancando expliquei a situação a recepcionista que me indicou sair do hospital e dar a volta para entrar pela emergência.... Pensei se posso andar até lá, vou para casa. E foi o que aconteceu.
Esse aí em cima é meu pé no feriado, um dia após a torção, um pouco de dor mais nada desesperador. Como conseguia andar creio que não quebrei.
Aqui, para você conseguir comparar um e outro a lesão foi apenas na parte do tornozelo, hoje quase indolor, mas ainda não estou dando bobeira. Estou com a perna elevada e caminho apenas o básico do quarto para a sala, do sofá para o banheiro e mesmo assim bem devagarinho. Se amanhã a coisa ainda não estiver boa lá vou eu enfrentar a emergência. Por enquanto Dra. Adelaide (no exercicio ilegal da medicina) decidiu que pode esperar e fazer bastante escalda pé e spray anti inflamatório.

Bem estou contando está longa história para ilustrar o seguinte:

Outro dia conversando com o "Criador" eu agradeci por ele me permitir caminhar por tudo, que eu amo muito isso e sei que ele já percebeu. Mas depois que aconteceu, pensei:

- Tá legal. Você queria que eu desse um tempo e conseguiu. Vou obedecer. 

Por isso hoje estou agradecendo esta pausa em minhas correrias (nem fui atras de emprego ainda), e estou combinando com "Ele" que ser bailarina é uma profissão muito sofrida, vou me reprofissionalizar mas não vou tentar o balé. Acho que "Ele" achou que eu daria muito trabalho para os Anjos da Guarda, isso sem contar nas inumeras promessas para perder toneladas - e tá ligada que "Ele" teria que me emagrecer sozinho....rsrs Afinal eu tento - não tento - tento.

Eu sei, o post foi longo, mas eu ainda quero saber. E você, como está lidando com as pequenas fatalidade que acontecem na vida? Continua se desesperando ou já aprendeu que não adianta. Tem que aguardar. Ficar feliz em ter a chance de poder (depois) correr atras da diferença?

Muita Luz e Paz!
Abraços

Um sábado normal...

Talvez, você veja apenas as sombras, ou quem sabe o céu cheio de nuvens, num sábado de outono. Eu vejo alguém que amo, em um dos momentos "comercial de margarina", com o quarto elemento, ambos apreciando o movimento (quase totalmente ausente) restrito a apenas uns 3 ou 4 cachorros de rua que ficam andando por ali. 

A Pérola não sobe sozinha no muro, é colocada lá. Para que consiga ter uma "visão além do alcance", e é incrível ver como ela pede para ele por isso. 

Se eu me aproximo do portão ela não me aborda, mas se é ele que está lá, ela vai e fica resmungando e dando a patinha. Isso na minha vida é um sábado normal. 

E o seu sábado normal é tranquilo, ou é cheio de correrias, adrenalina e atribulações, que quando está tranquilo é algo anormal?

Muita Luz e Paz
Abraços



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