Mudança - Parte I

Se você me acompanha a mais tempo, sabe que já mudei várias vezes (contei aqui sobre o sobrado em Rio Negro/Pr. e aqui minha casa em Campo Largo, as 2 últimas). Algumas coisas aprendi com as amigas blogueiras ou em sites de transportadoras, mas outras aprendi na raça, tem dicas preciosas aqui (clica e vai na pagina com as MINHAS dicas). E agora já com a alma calejada desta rotina cigana, estou na fase de desapego novamente. Para onde vou não vale a pena levar algumas coisas pois, sei que não vou usar.
Essa foto é da edícula aqui em Campo Largo que agora está entulhada de coisa para doação.

Ontem embalei algumas louças e copos que irão para doação. Tenho roupas, calçados, brinquedos, material de artesanato, um roupeiro, um rack, cobertores, colchões, cama e uma coberta de lã de carneiro (gente vou morar no litoral um negócio destes só vai atravancar minha vida, juntar ácaro e pó - sem contar que não tem espaço na casa) . 

Enfim, estou eu aqui me organizando. Liguei para as instituições que arrecadam para fazer as doações, e você sabe que aqui na cidade não consegui ninguém que viesse buscar. Então, em conversa com uma amiga de outra cidade ela conseguiu um voluntário que virá para levar as doações para uma família que numa chuvarada perdeu tudo.

O motivo de eu contar isso para você é para esclarecer uma coisa que eu faço e talvez seja útil na próxima vez que você for fazer uma doação. Vestidos de festas, roupas de praia e peças que não são exatamente um agasalho, eu separo e entrego diretamente para que seja colocada no bazar da igreja, pois assim eles conseguem dinheiro para comprar aquelas coisas que a maioria não doa (escovas de dente, creme dental, sabonete, etc...) ou quando doa é em quantidade pequena para a quantidade de pessoas necessitadas. 

Não doe roupa furada ou rasgada, sempre costure. Afinal se a pessoa está sem dinheiro para comprar comida, imagina agulha linha e outros artefatos que a gente tem em casa (ainda mais em casa de gente que faz trabalhos manuais). 

Doar não é dar aquilo que não presta mais. A gente tem que por para doação aquelas coisas que retirou de circulação por ter comprado uma nova. Ou no meu caso por não caber na outra casa. Não fará falta. Eu estou abrindo espaço em minha vida para receber presentes que estão só esperando para virem até mim assim que tiver mais espaço.

Agora estou fazendo pesquisa da transportadora para levar minha mini mudança - que não é tão mini assim....rsrs E semana que vem ruma a nova cidade tirar medidas dos cômodos para na hora que a empresa chegar com os móveis no endereço novo entregar uma planta baixa já descrito onde vai cada coisa, isso é de uma ajuda maravilhosa.

Muita Luz e Paz
Abraços




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