Mamãe tá de olho - Alimentação infantil

Quando me descobri grávida tomei a seguinte decisão:
Vou ser uma pessoa saudável, e decidi que em casa teríamos tudo que faz bem, e aquelas coisas que gostamos ficariam para os momentos de desejo.Para satisfazê-lo sairíamos para comprar ou comer fora. Sempre aos domingos almoçávamos em um restaurante vegetariano. Mesmo com minha filha ainda bebê. E ela foi se acostumando ao ambiente e aos sabores. Agora ela tem 15 anos e esse prato de "pedreiro" aí é o meu...

Agora repara no dela......




Sei a quantidade está exagerada, mas vou te contar sinto orgulho ao ver minha filha se alimentando assim e isso não foi da noite para o dia. Foi um trabalho de formiguinha. Dia a dia, teve dias que a oposição era incrível mas eu resisti e com isso só ganhei. Nunca proibi nada, se ela tinha vontade de comer bolacha recheada eu explicava que nós poderíamos ir busca no mercado (3 quadras longe de casa) claro que por vezes valia a caminhada, em outras ela desistia. Até hoje se ela quer comer algo eu a convido a ir caminhando até o mercado, pois assim gastamos caloria, temos um momento mãe e filha e na maioria das vezes concordamos que o desejo não vale o esforço...rsrs E olha que sempre moramos relativamente próximos a um supermercado.

Mas não pense que não temos os dias (principalmente nas férias) que praticamos um "suicídio alimentar". Sim nós alugamos uns filmes, compramos pipoca de microondas, chocolate, ou fazemos brigadeiro e tomamos refrigerante, pois eu acredito que criança deve comer de forma consciente. 
Lembre o proibido é muito mais gostoso (ou pelo menos parece). 

Ensinei minha filha a ler rótulo e decidir o que ela quer, era até engraçado ver ela chegar na casa da vó e pedir água, e a vó tentar agradar oferecendo refrigerante e ela responder:
- Vó refrigerante faz mal. Eu quero água.

Hoje ela toma refrigerante com os amigos (mas sabe que tem um monte de sódio e açucares que estão ali escondidos - por isso normalmente esse dia é um ato isolado - não se repete) mas no geral ainda opta pela água ou suco natural. Não somos vegetarianos exclusivistas, somos situacionistas (não sei se existe essa palavra com este sentido...rsrs). Se a oferta de saladas, frutas e verduras for boa a gente dispensa a carne. Detalhe optamos por assados sempre. Não faço frituras em casa, se sentimos vontade saímos para comer.

Essa postagem é uma proposta que achei muito interessante, pois hoje os índices de obesidade são assustadores, eu não me preocupo com a estética. Me preocupo com a hipertensão, o colesterol, o diabetes, enfim com a saúde destes, que trazem no corpo vincados em seu DNA, a nossa herança genética agravada pelos hábitos errados que estamos colocando a eles como opção, ou prêmio. 

Ouvi do Dr. Alfredo Halpern no programa Bem Estar:
" DNA não é destino."
E eu sei que a gente pode e deve fazer com que a pré disposição genética não se cumpra. Basta que  consigamos nutrir nosso organismo de forma consciente. 

Essa é uma proposta de blogagem coletiva.

Mamãe tá de olho é uma blogagem coletiva organizada pelos blogs:
E apoio da mamãe Marcia Ferraz.



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